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<abstract abstract-type="short" xml:lang="es"><p><![CDATA[Los autores alertan acerca de los estudios sintomatológicos que deben realizarse habitualmente a los pacientes con fibrosis del cuádriceps e insisten en su importancia, tanto para la elección de la técnica quirúrgica que debe emplearse como en la evaluación de los resultados posoperatorios.]]></p></abstract>
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</front><body><![CDATA[ Escola Paulista de Medicina, Sao Paulo, Brasil <H2> <B>Manobras semiol&oacute;gicas  na fibrose du quadr&iacute;ceps&lt;1></B></H2><i>DR. JOSE LAREDO FILHO,&lt;1>  DR. MANUEL BOMFIM BRAGA JUNIOR&lt;2> Y DR. BENY SCHMIDT&lt;3> </i> <H4> Resumo</H4>Os  autores chamam a aten&ccedil;&atilde;o, para as manobras semiol&oacute;gicas,  que devem ser rotineiramente empregadas na abordagem de todos os pacientes portadores  de fibrose dos quadr&iacute;ceps e enfatizam sua importncia, tanto para a indica&ccedil;&atilde;o  da t&eacute;cnica cir&uacute;rgica a ser empregada, como na avalia&ccedil;&atilde;o  dos resultados p&oacute;s-operatorios.     <P><B>Unitermos:</B> FIBROSE; MUSCULO/patologia;  PERNA/patologia.     <P>Hnevkovsky,1 em 1961, descreveu 12 crian&ccedil;as, 8 meninas  e 4 meninos, portadores de fibrose progressiva do quadr&iacute;ceps. A partir  de ent&atilde;o esta patologia foi definida como entidade cl&iacute;nica e v&aacute;rias  publica&ccedil;&otilde;es foram feitas nas mais diversas partes do mundo.2-21  Nos &uacute;ltimos 20 anos encontramos uma tend&ecirc;ncia na literatura em atribuir  sua etiologia ao uso de inje&ccedil;&otilde;es intramusculares e n&atilde;o existe  at&eacute; o momento, um consenso universal a este respeito. Recentemente, utilizando  t&eacute;cnicas histoqu&iacute;micas de colora&ccedil;&atilde;o muscular, em 11  pacientes, demonstra mos que as inje&ccedil;&otilde;es podem ser atribuidas como  um fator etiol&oacute;gico, por&ecirc;m atuam como un fator desencadeante em pacientes  portadores de patologias de base sem apresentar qualquer manifesta&ccedil;&atilde;o  cl&iacute;nica.22     <P>Apesar do grande n&uacute;mero de publica&ccedil;&otilde;es,  verificamos que nenhuma delas aborda especificamente a problematica das manobras  semiol&oacute;gicas utilizadas em seu diagn&oacute;stico. A fibrose do quadr&iacute;ceps  pode ser uni ou bilateral e se apresentar com comprometimento de apenas um m&uacute;sculo,  ou de praticamente todo o quadr&iacute;ceps, de tal maneira que, as formas de  express&atilde;o cl&iacute;nica, s&atilde;o bastante vari&aacute;veis. Segundo  Chiu et al.,23 os principais sintomas da fibrose do quadr&iacute;ceps, est&atilde;o  representados pela dificuldade ao sentar ou agachar, claudica&ccedil;&atilde;o,  restri&ccedil;&atilde;o da mobilidade do joelho, endurecimento ou cicatrizes nas  coxas e, por vezes, se acompanha de luxa&ccedil;&atilde;o habitual da patela,  hiperlordose lombar e patela alta.     <P>Apesar da rotina do exame ser exata mente  a mesma, na depend&ecirc;ncia da forma de apresenta&ccedil;&atilde;o, teremos  uma maior ou menor riqueza de detalhes. Em nossa experi&ecirc;ncia, a forma reto  femural foi a que apresentou maior riqueza de sinais prope- d&ecirc;uticos, enquanto  a forma total ou mista foi menos expressiva.     <P>Com a finalidade de simplificar  a apre senta&ccedil;&atilde;o, adotaremos o termo &laquo;forma reto femural&raquo;,  quando o comprometimento for predominantemente do m&uacute;sculo reto femural  e &laquo;forma total ou mista&raquo;, quando o compro metimento for predominantemente  do vasto interm&eacute;dio ou de todo o quadr&iacute;ceps.     <P>O objetivo do presente  trabalho &eacute; preencher esta pequena lacuna e desta forma, padronizar uma  sequ&ecirc;ncia de manobras, que devem ser rotineiramente executadas em todos  os pacientes portado res de fibrose do quadr&iacute;ceps. <H4> Semiologia</H4>O  exame f&iacute;sico ortop&eacute;dico se inicia pela inspec&ccedil;&atilde;o.  Na inspec&ccedil;&atilde;o est&aacute;tica, o paciente deve ser avaliado de frente,  de costas e de lado. Na forma reto femural, frequentemente, os achados que mais  chamam aten&ccedil;&atilde;o s&atilde;o b&aacute;scula anterior da bacia, acompanhada  de uma acentua&ccedil;&atilde;o da lordose lombar e abdomen proeminente (figura  1). Na forma total ou mista, geralmente, n&atilde;o s&atilde;o encon trados estes  achados (figura 2). Como passo seguinte, ordenamos ao paciente que se agache.  Na forma reto femural, &eacute; comum o paciente agachar totalmente inclinando  o tronco para frente (figura 3), por&eacute;m se o tronco for mantido retificado,  o paciente s&oacute; agachar&aacute; at&eacute; um certo ponto, a partir do qual  a flex&atilde;o do joelho somente ser&aacute; conseguida &agrave;s custas da flex&atilde;o  do tronco para frente (consequentemente maior flex&atilde;o dos quadr&iacute;s)  (figura 4). Na forma total ou mista, o paciente n&atilde;o consegue agachar e  s&oacute; conseguir&aacute; sentar no solo com o joelho extendido. A seguir passamos  para a ins pec&ccedil;&atilde;o din&aacute;mica, ou seja, o exame da marcha. Na  forma reto femural, ocorre em muitos casos, uma altera&ccedil;&atilde;o bastante  evidente da marcha. Como consequ&ecirc;ncia da restri&ccedil;&atilde;o de movimentos  do joelho, n&atilde;o ocorre de forma fisiol&oacute;gica, a fase da marcha em  que o quadril &eacute; extendido e o joelho fletido. Durante a marcha lenta, para  levar a frente corpo o membro inferior lesado, o paciente tem que abduzir e rodar  externamente o quadr&iacute;l; na marcha r&aacute;pida e na corrida torna-se necess&aacute;rio  a eleva&ccedil;&atilde;o da pelvis do lado comprometido.13 Na forma total ou mista,  ocorre uma marcha claudican te do tipo artrodese do joelho, uma vez que o joelho  encontra-se nestas formas, bloquea do em extens&aacute;o ou somente com pequenos  graus de flex&atilde;o.     <P>A seguir passamos au exame f&iacute;sico propriamente  dito, ou seja, aquela parte do exame em que o examinador tem participa- &ccedil;&atilde;o  ativa. O paciente &eacute; ent&atilde;o colocado em uma mesa de exame e examinado  n&atilde;o somente em dec&uacute;bito ventral e dorsal como preconizado por Chiu  et al.,23 mas tamb&eacute;m em dec&uacute;bito lateral. Durante o dec&uacute;bito  dorsal verificamos o grau de flex&atilde;o dos joelhos com os quadr&iacute;s fletidos  90&middot; (figura 5) e a manobra de Thomas cl&aacute;ssica, que frequentemente  &eacute; positiva (figura 6), e a ativada, onde fica mais evidente a participa-  &ccedil;&atilde;o de reto femural. Aqui, em dec&uacute;bito dorsal com o quadril  e joelho sadios mantidos em flex&atilde;o, o paciente &eacute; levado gradualmente  ao bordo da mesa at&eacute; que o joelho lesado fique sem o apoio da mesma. A  medida em que o joelho se flete, natural mente o quadril acompanha o mesmo grau  de flex&atilde;o do joelho, com maior acentua&ccedil;&atilde;o do teste de Thomas  (figura 7). Na forma mista ou total, via de regra, estes testes s&atilde;o menos  evidentes, podendo at&eacute; mesmo serem negativos (figuras 8a e 8b). Ato cont&iacute;nuo,  realiza-se, o que denominamos de teste de Ely invertido. Neste, o paciente permanece  com o tronco e as coxas em contacto com a mesa de exame, com os joelhos pendendo  no bordo da mesma. A medida que fletimos os joelhos, observamos que gradativamente  ocorre uma acentua&ccedil;&atilde;o da lordose lombar, que ser&aacute; tanto maior  quanto maior for a flex&atilde;o imprimida aos joelhos (figura 9). Na forma total,  como os joelhos est&atilde;o bloqueados em extens&atilde;o ou com somente pequeno  grau de flex&atilde;o, esta prova ser&aacute; respectivamente negativa ou levemente  positiva.     <P>O paciente &eacute; ent&atilde;o colocado em dec&uacute;bi to ventral,  onde realizamos o teste de Ely. Na forma reto femural, observamos que o joelho  &eacute; fletido facilmente at&eacute; um certo ponto, a partir do qual, s&oacute;  conseguiremos maior flex&atilde;o do joelho &agrave; custa de uma eleva&ccedil;&atilde;o  da p&eacute;lvis (consequentemente flex&atilde;o dos quadr&iacute;s), e de uma  acentua&ccedil;&atilde;o da lordose lombar (figura 10). Na forma total ou mista  esta prova, via de regra, &eacute; negati va.     <P>A seguir o paciente &eacute;  colocado em dec&uacute;bito lateral, onde realizamos o teste de Ober. Na forma  total ou mista, este teste &eacute; praticamente imposs&iacute;vel de ser realizado,  uma vez que o paciente n&atilde;o consegue fletir o joelho. Na forma reto femural,  podemos observar em alguns casos, um teste de Ober positivo (figura 11), que alguns  autores atribuem a uma contratura secundaria do trato ileo-tibial. Em nossa experincia  cl&iacute;nica, observamos que este teste ser&aacute; tanto mais positivo, quanto  maior for a extens&atilde;o do quadril.     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>Em muitos, conforme salientado por  Gunn: &laquo;A fibrose e contratura do quadr&iacute;ceps causam somente limita&ccedil;&atilde;o  da flex&atilde;o. Parece no entanto, que algumas crian&ccedil;as n&atilde;o aceitam  esta limita&ccedil;&atilde;o da flex&atilde;o do joelho e adquirem maior flex&atilde;o  &agrave;s custas de uma luxa&ccedil;&atilde;o lateral da patela. Flex&atilde;o  indolor do joelho &eacute; conseguida &agrave;s custas da estabilida de do joelho.&raquo;4  Evidentemente, nestes casos, o m&uacute;sculo mais comprometido &eacute; o vasto  lateral, que por possuir inser&ccedil;&atilde;o mais lateral na patela, tenderia  a lux&aacute;-la lateralmente. E interessante ressaltar, que nesta forma de apresenta&ccedil;&atilde;o  da fibrose do quadr&iacute;ceps, as manobras semiol&oacute;gicas descritas em  torno do quadril poder&atilde;o estar negativas, e que a aten&ccedil;&atilde;o  dever&aacute; ser voltada para o joelho.     <P>Como foi frisado anteriormente, a  cada movimento de flex&atilde;o do joelho, ocorre uma luxa&ccedil;&atilde;o lateral  e indolor da patela. No entanto, se a patela for mantida em seu leito pelo examinador,  o paciente s&oacute; consequir&aacute; mais ou menos 30&middot; de flex&atilde;o  do joelho; neste ponto ele (joelho) torna-se r&iacute;gido e um grau maior de  flex&atilde;o somente ser&aacute; conse guido &agrave;s custas de luxa&ccedil;&atilde;o  da patela.     <P>Como en nosso material n&atilde;o tivemos nenhum paciente com esse  tipo de compro metimento, aconselhamos o leitor a consul tar o trabalho de Bose  e Chong15 que nas figuras 10-12 ilustram muito bem esta forma de apresenta&ccedil;&atilde;o  da fibrose do quadr&iacute;ceps.     <P>A principal import&acirc;ncia da utiliza&ccedil;&atilde;o  de manobras semiol&oacute;gicas espec&iacute;ficas, &eacute; que elas nos informar&atilde;o  qual o tipo de fibrose e portanto a indica&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica  cir&uacute;rgica a ser empregada. Da mesma maneira estes testes ser&atilde;o de  grande valia na avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados.     <P>Ressaltamos que a positividade  das manobras semiol&oacute;gicas anteriormente descritas nas formas reto femural  e total ou mista, n&atilde;o se relaciona com a intensidade da prolifera&ccedil;&atilde;o  fibrosa, tendo em vista, que na forma total ou mista, as manobras s&atilde;o habitualmente  negativas e o grau de com prometimento muscular e maior do que aquele observado  na forma reto femural.     <P><B>Laredo Filho J, Bomfim Braga M Jr, Schmidt B. Maniobras  semiol&oacute;gicas en la fibrosis del cu&aacute;driceps. Rev Cubana Ortop Traumatol  1995;9(1): .</B> <H4> Resumen</H4>Los autores alertan acerca de los estudios sintomatol&oacute;gicos  que deben realizarse habitualmente a los pacientes con fibrosis del cu&aacute;driceps  e insisten en su importancia, tanto para la elecci&oacute;n de la t&eacute;cnica  quir&uacute;rgica que debe emplearse como en la evaluaci&oacute;n de los resultados  posoperatorios.     <P><B>Palabras clave</B>: FIBROSIS; MUSCULOS/patolog&iacute;a;  PIERNA/patolog&iacute;a.     <P>* Trabalho realizado no Curso de P&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o  em Ortopedia e Cirurgia Pl&aacute;stica Reparadora da Escola Paulista de Medicina.      <P>&lt;1>Profesor Titular e Chefe da Disciplina de Ortopedia e Traumatolog&iacute;a  da Escola Paulista de Medicina e Coordenador do Curso de P&oacute;s-Gradua&ccedil;ao  em Ortopedia e Cirugia Pl&aacute;stica Reparadora da Escola Paulista de Medicina.      <P>&lt;2>P&oacute;s-Graduando em Ortopedia e Cirurgia Pl&aacute;stica Reparadora  da Escola Paulista de Medicina.     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>&lt;3>Chefe do Setor de Patologia Neuromuscular  da Displina de Patologia Cl&iacute;nica do Departamento de Medicina da Escola  Paulista de Medicina. <H4> Referencias bibliogr&aacute;ficas</H4>    <!-- ref --><P> 1. Hnevkovsky  O. Progressive fibrosis of the vastus interme dius muscle in children. J Bone  Joint Surg 1961;43B: 318- 25.<!-- ref --><P> 2. Fairbank TJ, Barret AM. Vastus intermedius  contracture in early chilhood: case report in identical twins. J Bone Joint Surg  1961;43B:326-34.<!-- ref --><P> 3. Karlen A. Congenital fibrosis of the vastus intermedius  muscle. J Bone Joint Surg 1964;46B:488-91.<!-- ref --><P> 4. Gunn DR. Contracture of the  quadriceps muscle: a discussion on the etiology and relationship to recurrent  dislocation of the patela. J Bone Joint Surg 1964;46B: 492- 7.<!-- ref --><P> 5. Saunders  FP, Hoefnagel D, Staples OS. Progressive fibrosis of the quadriceps muscles. J  Bone Joint Surg l965;47A:380- 4.<!-- ref --><P> 6. Masse P, Poujol J, Bigan R. A propos  de trois cas d'enraidissement en extension du genou par fibrose progressive du  quadriceps chez l'enfant. Arch Fr Pediatr 1965;22:697-705.<!-- ref --><P> 7. Calandriello  B, Beltrami P. Ginocchio rigido del bambino da retrazione del quadricipite. Chir  Organi Mov 1968;56: 427- 40.<!-- ref --><P> 8. Hagen R. Contracture of the quadriceps  muscle in children: a report of 12 cases. Acta Orthop Scand 1968;39:565-78.<!-- ref --><P>  9. Williams PF. Quadriceps contracture. J Bone Joint Surg 1968;50B:278-84.<!-- ref --><P>  10. Makhani JS. Quadriceps fibrosis: a complication of intramus cular injections  in the thigh. Indian J Pediatr 1971;38:54-60.<!-- ref --><P> 11. Blum JL. Contracture  of the vastus intermedius in children: a review of the literature and presentation  of two cases. South Med J 1972;65:1501-6.<!-- ref --><P> 12. Chiu SS, Furuya K, Arai T,  Nakagawa M, Iida M. Congenital contracture of the quadriceps muscle: four cases  reports in identical twins. J Bone Joint Surg 1974;56A:1054-8.<!-- ref --><P> 13. Lenart  G, Kullmann L. Isolated contracture of the rectus femoris muscle. Clin Orthop  1974;99:125-30.<!-- ref --><P> 14. Hessels G, Martens M, Thibaut H, Fabry G, Mulier JC.  Progressive contracture of the quadriceps in children. Acta Orthop Belg 1975;41:274-84.<!-- ref --><P>  15. Bose K, Chong KC. The clinical manifestations and pathomechanics of contracture  of the extensor mecanism of the knee. J Bone Joint Surg 1976;58B:478-84.<!-- ref --><P>  16. Mukherjee PK, Das AK. Injection fibrosis on the quadriceps femoris muscle  in children. J Bone Joint Surg 1980;62A:453- 6.<!-- ref --><P> 17. Cunha FM, Borges JLT.  Contractura iatrog&ecirc;nica do quadr&iacute;ceps. Rev Bras Ortop 1982;17:221-6.<!-- ref --><P>  18. Chen SS. Histopatological and histochemical studies in deltoid and gluteal  contracture. J Formosan Med Assoc 1983;82:440-50.<!-- ref --><P> 19. Sasaki T, Fukuhara  H, Iisaka H, Monji J, Kanno Y, Yasuda K. Postoperative evaluation of quadriceps  contracture in children: comparison of thre different procedures. J Pediatr Orthop  1985;5:702-7.<!-- ref --><P> 20. Jackson AM, Hutton PAN. Injection-induced contractures  of the quadriceps in childhood. J Bone Joint Surg 1985;67B :97-102.<!-- ref --><P> 21.  Sengupta S. Pathogenesis of infantile quadriceps fibrosis and its correction by  proximal release. J Pediatr Orthop 1985;5:187-91.<!-- ref --><P> 22. Schmidt B, Braga  Junior MB, Laredo Filho J. Estudo histoqu&iacute;mico na fibrose do quadr&iacute;ceps.  Rev Bras Ortop (en prensa).<!-- ref --><P> 23. Chiu SS, Mano J, Yukawa YN, Kamakura TK  Shoyama T. Contracture of the quadriceps muscle caused by injection. Acta Orthop  Belg 1975;41:306-15.Recibido: 5 de diciembre de 1994. Aprobado: 27 de enero  de 1995.     <P><B>Dr. Jos&eacute; Laredo Filho.</B> Escola Paulista de Medicina.  Rua Botucat&uacute; 740, S&atilde;o Paulo, Brasil.      ]]></body><back>
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